África do Sul
Fala-se BÂ-ni TCHÁU
0 de 10 passos
Aqueça o óleo numa panela funda em fogo médio-alto e frite as especiarias inteiras (erva-doce, cardamomo, cravo, pimentas secas) com as folhas de louro até perfumar.
Junte as cebolas e refogue até ficarem douradas.
Adicione sal e a pasta de alho e gengibre e cozinhe mexendo sempre.
Baixe o fogo, acrescente o masala, a páprica e o coentro em pó dissolvidos num pouco de água — isso evita que queimem — e refogue.
Misture o extrato de tomate e cozinhe até a gordura começar a se separar nas bordas.
Adicione a carne, mexa bem para selar e soltar os sucos. Tampe e cozinhe, pingando água só quando começar a grudar no fundo.
Com a carne macia, junte as batatas, o cominho em pó e mais água até quase cobrir. Cozinhe até as batatas amaciarem e o molho engrossar.
Finalize com garam masala e coentro fresco. O caril tem que ficar denso, com uma película de óleo por cima — molho ralo fura o pão.
Corte o pão ao meio (ou em quatro) e tire o miolo com os dedos, formando uma caixa com paredes de mais ou menos 1,5 cm. Guarde o miolo inteiro: ele se chama "virgin" e vai por cima.
Encha a cavidade com o caril bem quente, tampe com o virgin e sirva na hora, com o sambal de cenoura ao lado.
Caril de bunny é caril seco. Se estiver caldoso, abra a tampa e reduza mais 10 minutos antes de montar — molho ralo fura o pão em dois minutos e o prato desmonta.
Come-se com a mão, sem talher: você arranca pedaços da parede do pão para pescar o caril. O molho com cúrcuma mancha de amarelo tudo que toca.
Sambal de cenoura, sambal de tomate e cebola e picles indiano (achar) de manga ou limão. Para beber: cerveja gelada ou refrigerante de gengibre.