África do Sul
Fala-se MÉLK-tert
0 de 12 passos
MASSA: bata a manteiga com o açúcar até virar um creme claro. Junte o ovo batido e misture.
Peneire a farinha com o sal e o fermento, incorpore à manteiga e sove poucas vezes, só até formar uma massa homogênea com textura de biscoito.
Pressione a massa com os dedos no fundo e nas laterais de uma forma de torta de 24 cm. Leve à geladeira enquanto faz o recheio.
Preaqueça o forno a 200 °C.
RECHEIO: misture a seco o açúcar, a farinha, o amido e o sal numa tigela.
Leve o leite com os paus de canela ao fogo até ferver. Baixe o fogo e adicione a mistura seca em chuva, batendo com fouet sem parar.
Cozinhe em fogo médio, mexendo continuamente, até engrossar e ficar com consistência de molho encorpado.
Fora do fogo, incorpore a manteiga com o fouet. Deixe amornar, mexendo de vez em quando, e retire os paus de canela.
Bata os ovos com a baunilha até ficarem claros e aerados e incorpore ao creme MORNO em fio, batendo sempre. Se o creme estiver quente demais, os ovos cozinham e talham.
Despeje o recheio sobre a massa gelada, cubra a forma com papel-alumínio e asse.
Tire o papel-alumínio e asse até a borda da massa dourar e o centro ficar firme com leve tremor.
Ainda quente, polvilhe a canela em pó por toda a superfície. Deixe esfriar e leve à geladeira por no mínimo 3 horas antes de cortar.
O ovo entra no creme morno, nunca no fervente. Espere os 10 minutos de descanso e adicione em fio, batendo. É o único passo em que a receita realmente pode dar errado.
A canela vai por cima com a torta ainda quente, não fria: assim ela adere e perfuma. Muita gente usa uma tira de papel ou renda como estêncil para desenhar.
Gelada, em fatias, como sobremesa ou no café da tarde, com café ou chá — inclusive rooibos, o chá vermelho sul-africano. Na versão tradicional não leva chantilly nem sorvete.